O rio corre,
E continua a correr,
São águas passadas
E mesmo assim sendo
Continuam a sofrer.
Ainda flúem ao longe
De tão perto,
As memorias
Nas águas correntes
Que esta ponte beijou.
Não me dignei a parar
Nem olhei,
Apenas pensei
Em amar
Sobre estas águas que passei.
E os dias caiem
Nas noites súbitas,
Nunca fui feliz
Porque sempre sonhei
E sonho
Dentro de aguas paradas
Que não existem.
Porque tudo;
Tudo flúi.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment