
Fecha os olhos,
Quebra o silêncio que te anoitece.
E abre os espaços,
Nos horizontes de uma janela inexistente.
E persegue gentilmente os sonhos
Que sempre foram passado.
E dissolve-te,
Na ausência de tudo ser vão.
E parte!
E se te perguntarem ou julgarem
Entregando o amor que precisas,
Rejeita, Rejeita, Rejeita!
Pois não sabem o que dizem ou sentem.
Mentem!
A ilusão é constante, é infinta.
Não guardas saudade,
Apenas breves ausências momentaneas da tua só,
Existência.
Apaga e desliga o sofrimento,
Desliza o calor e mancha a arte de um sangue que já foi teu.