Thursday, October 14, 2004

Alcool em verdade

Mente a noite, sozinha.
A rasgar-me a carne
Que por dentro, arde só.

Em tragos de Lua cega,
Bebo, brindo e morro
Na minha solidão.

E as escadas caminham tortas
Ao abstracto sentido errado
De tudo ser ilusão.

Na morte
Perseguida em flor.

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