E eu pedaço isolado da consciência,
Sem nada querer dizer.
Fecho os olhos e sigo o abandonado sol
De outras horas e outros meses
Nesta noite caída e descuidada
Para nenhum vulto cego ver.
As estrelas frias estão baças de serem longe
Espectros de felicidade vaga
Nas correntes fortes de um rio
Que engraça comigo
E com todos os breves barcos
De Fazer chá e biscoitos de morder.
Subscribe to:
Post Comments (Atom)
No comments:
Post a Comment