Minto-me,
Como se de um sorriso trata-se.
E as telhas caídas,
Que rasgam as ideias,
Fecham-se.
Num Douro desalinhado
Nas correntes paradas
E abandonadas.
E debaixo de mim,
Cresce um olhar;
- Que não doi.
Mas sente
O sentido de querer um abraço.
Nesta tarde que não é tarde,
Para fechar estes olhos vazios,
Na minha liberdade de ser.
O vento que espreita,
Nas velhas rendas de uma janela.
Wednesday, December 12, 2007
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